Vendas de Ingressos para o Ipatinga Live Jazz 2011, a partir do dia 19 de julho (terça-feira) na bilheteria do teatro do Centro Cultural Usiminas

 

Segunda banda – 14h
Casa de Bamba

 


Silvério Pontes (Rio de Janeiro)

O trompetista Silvério Pontes e o acordeonista Bebê Kramer abrem oficialmente a edição 2011 do Ipatinga Live Jazz. O carioca Silvério Pontes se dedica exclusivamente à música brasileira e ao choro. Estudou música na Escola de Música Villa Lobos e na Escola Nacional de Música. Sua primeira turnê foi ao lado do músico Luiz Melodia. Por 12 anos integrou a Banda Vitória Régia e, ao lado de Tim Maia, excursionou pelo Brasil e exterior. Já tocou com artistas como Elza Soares, Ed Motta e Cidade Negra. Comemora este ano, 25 anos de parceria com Zé da Velha, com o qual gravou cinco CD’s.

Bebê Kramer é reconhecido no Brasil e exterior como um dos maiores acordeonistas de sua geração. Gaúcho de Vacaria, Kramer foi considerado pela crítica européia como a revelação do Festival do Acordeom Mundial, realizado na Áustria. Seu primeiro CD, “Laçador”, foi gravado neste país. Com ele excursionou pela Europa, surpreendendo o público e crítica. Já tocou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira como Paulo Moura, Silvério Pontes, Zé da Velha, Arthur Maia, Hermeto Paschoal, Hamilton de Holanda e vários outros. Destaque também para suas apresentações ao lado de grandes nomes do acordeom como Dominguinhos, Renato Borghetti, Osvaldinho do Acordeom e Luciano Maia. O instrumentista e compositor participa este ano da gravação de um DVD ao vivo, ao lado de Yamandu Costa, com o qual excursiona depois pela China e Japão.

 

Abertura – 20h30

Vaninho Vieira Quarteto




Ivan Lins (Rio de Janeiro)

Ivan Lins, conhecido pelos diversos Grammys que recebeu, pelas inúmeras gravações de sua obra, por sua harmonia diferenciada e arranjos refinados, é a atração Ipatinga Live Jazz no dia 18 de agosto. Com 41 anos de carreira o compositor possui mais de 40 músicas nas principais novelas e minisséries da Rede Globo, mais de 35 discos e 400 composições.

É o artista brasileiro vivo com mais regravações no exterior. Entre os admiradores e intérpretes de suas canções estão: Barbra Streisand, Ella Fitzgerald, Jane Monheit, Laura Fygi, Simone, Elis Regina, Zizi Possi, Alejandro Sanz, Jorge Drexler, Take 6, George Benson , Tim Maia, Djavan, Lenine, dentre muitos outros.

No Ipatinga Live Jazz apresenta um show intimista acompanhado pelo músico Uruguaio Leonardo Amuedo. Seus primeiros acordes na guitarra foi aos 4 anos. Aos 17 começou a estudar teoria musical. Trabalhou com vários músicos importantes do Uruguai. Até 2002 atuou na Holanda, vindo naquele ano para o Brasil, quando começou a tocar com Ivan Lins.
Amuedo já dividiu o palco com artistas e músicos como João Bosco, Caetano Veloso e Maria Schneider.

O show traz os grandes sucessos de Ivan Lins como “Madalena”, “Vitoriosa”, “Bilhete”, “Iluminados”, “Dinorah, Dinorah”, dentre muitas outras.

Leonardo Amuedo (Uruguai)


Abertura – 20h30

Bricoleur


Armandinho (Salvador)

Considerado um dos maiores instrumentistas brasileiro dos últimos 20 anos, Armandinho Macedo ocupa lugar de destaque na história da Música Popular Brasileira. Com ele as fronteiras  entre o clássico e o popular desaparecem. Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo se misturam a Tom Jobim, Caetano Veloso e, de forma ousada se unem aos Beatles, Bach, Mozart e Beethovem.

Começou sua carreira aos 10 anos, no Trio Elétrico Mirim, criado por seu pai, Osmar Macedo, inventor do Trio Elétrico, junto com Dodô. No final dos anos 70 formou o grupo A Cor do Som, precursor da tendência de unir música regional ao rock. Com o grupo apresentou-se no festival de Montreux e participou de várias turnês pela Europa e Estados Unidos.  Nos anos 90 integrou o projeto “Brasil Musical”, que excursionou pelo país, divulgando a música instrumental. O projeto reunia 20 dos maiores instrumentistas brasileiros, como Hermeto Paschoal, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Altamiro Carrilho e vários outros.
São mais de 30 CDs lançados e uma carreira sólida, que faz com que o músico seja considerado um ícone no gênero. Sua virtuose já foi apresentada em grandes palcos da Europa, Oriente Médio, América do Norte e América do Sul. Já tocou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Moraes Moreira, Raphael Rabello e vários outros.
De acordo com Luis Nassif, crítico da Folha de São Paulo, Armandinho é um dos maiores instrumentistas da história e um bandolinista à altura de Jacob do Bandolim. Tem lugar de honra em qualquer ranking dos maiores instrumentistas brasileiros do século, destaca Nassif.




Célio Balona (Belo Horizonte)

O compositor, arranjador, tecladista e acordeonista Célio Balona iniciousua carreira aos 15 anos, atuando em orquestras de baile. Seu primeiro grupomusical foi formado na década de 60, ao lado de Nivaldo Ornelas e Wagner Tiso. Sua dedicação à composição e à música instrumental o levou a gravarvários discos e participar de importantes festivais no Brasil e exterior.Atuou em shows nos Estados Unidos, México, Argentina, Espanha,Inglaterra e França. Foi o representante da América Latina no FestivalElectone Yamaha no Japão. Seus 50 anos de carreira foi comemorado com olançamento do CD “Alumbramentos”, com participação de vários músicos.Participou do CD e DVD “Projeto Brasil de Antonio a Zé Kéti”, ao ladodos músicos Clóvis Aguiar e Milton Ramos. Atualmente se apresenta comseu grupo em shows de música instrumental e compõe trilhas sonoras paracinema, ballet e teatro. Sua trilha para o filme “Alumbramentos “ da cineastaLaine Milan, foi premiada como “Melhor Trilha Sonora” no Festival de Cinemade Juiz de Fora.Balona foi finalista do Grande Premio Vivo do Cinema Brasileiro 2009na categoria “Trilha Sonora Original” com a música composta para o longametragem “Cinco frações de uma quase história” do diretor Guilherme Fiúza.Recentemente retornou de turnê na Argentina onde se apresentou, comseu quinteto, no Notorious, uma das melhores casas de jazz de Buenos Airese Teatro Colón de Mar del Plata.Célio Balona se apresenta em shows e turnês com o acordeon BorsiniSuper Star feito especialmente para ele pela Borsini Accordions CastelfidardoItália.No Ipatinga Live Jazz será acompanhado por Christiano Caldas, piano eteclados; Milton Ramos, contrabaixo; Ramon Braga, bateria e Sergio Silva na percussão.




Banda Insônia (São Paulo)

As integrantes da Banda Insônia, que se apresentam no programa Altas Horas, da Rede Globo de Televisão, possuem um currículo invejável. Gê Cortes (baixo) é integrante da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, como 1º contrabaixo. Daniela Spielmann (sax) lançou em 2001 seu primeiro cd solo – Brazilian Breath, que foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Lui Rabelo (guitarra) estudou música na Escola de Música e Artes Cênicas na UFBA, onde formou seu primeiro grupo musical, com participação de Carlinhos Brown. Vera Figueiredo (bateria) é compositora formada em piano, diretora e coordenadora de curso do IBVF – Instituto de Bateria que leva seu nome. Guta Menezes (trompete), integrou, em 2006, a Rio Jazz Orquestra e a banda Pindorama, com a qual lançou o CD “Belazarte e outras estórias”.

 




Casa de Bamba (Ipatinga)

O repertório refinado – do samba de raiz à Bossa Nova, passando pelo choro, o baião e o frevo – conquistou o público do Vale do Aço. Com três anos de carreira, já se apresentou em importantes eventos na região, inclusive no Ipatinga Live Jazz. Na formação inicial, o Casa de Bamba apresentava um repertório baseado na música instrumental e em sambas tradicionais, executando obras de Dilermando Reis, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Cartola, Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola, entre outros. A partir de 2008, aliou a interpretação de obras instrumentais com canções.  Para o Ipatinga Live Jazz, apresenta uma nova formação: David Reis (cavaquinho), Hallisson Max (violão 7 cordas), Bruno Bragança (percussão) se unem a Geléia (bateria e percussão) e a Caio Nabuco (vocal e violão de 6 cordas).

 

 

Vaninho Vieira (Ipatinga)

A música veio de berço para o cantor, compositor e instrumentista Vaninho Vieira. Mineiro de Rio Vermelho, no Vale do Jequitinhonha, aos 10 anos já tocava violão e participava como ritmista da banda de música de sua cidade, acompanhando os pais e irmãos. Auto-ditada e talentoso, em pouco tempo já executava choros e valsas de compositores clássicos da MPB, como Dilermando Reis, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Tom Jobim, entre outros.

Em 1996, mudou-se para Ipatinga, onde expandiu sua concepção musical, alcançando novos horizontes. Participou de quatro edições do Ipatinga Live Jazz. Em 2005, lançou o seu primeiro CD, “Variações”, de produção independente, onde mostra toda sua versatilidade de compositor e instrumentista, passeando com desenvoltura pelos diversos ritmos, do rock ao samba, do jazz ao choro. Participam desse trabalho os melhores músicos radicados no Vale do Aço, além do percussionista argentino Cláudio Borelli e do francês Richard Mercier.

Com a participação dos filhos Marlon e Marcello, gravou duas composições de sua autoria no CD instrumental “Sons do Aço” (2000), e juntos montaram um show em família de rara mistura de simpatia e talento.

Ao lado dos músicos Fábio Monteiro e Custódio de Souza, Vaninho criou o Beatles Unplugged, que recebeu diversos prêmios de melhor espetáculo musical e até hoje é reapresentado com sucesso de público e crítica.

No Ipatinga Live Jazz será acompanhado pelos filhos Marcello Vieira, no baixo;

Marlon Vieira, na bateria e Cleidinho nos teclados. O Quarteto recebe como convidado o pianista Luadson Constâncio.

 

Bricoleur (Ipatinga)

Composta por Cláudio Lettro, Pedro Bastos, Luís Azevedo e Mariana Penna, amigos que se juntaram com o intuito de “fazer” um tipo de som instrumental diferente, a banda surgiu do desejo de dar às canções que gostavam a cara que o grupo tem. E foi aí que descobriram que eram uma ‘bricolagem’ e o nome da banda ficou Bricoleur. “É isso, no sentido de colagem, de fugir do natural e reunir diferentes estilos, gêneros e ritmos”, esclarece o baterista, Cláudio Lettro.

Com uma maneira característica de entender música, o grupo cria histórias em suas canções e trabalha com a memória musical de cada integrante. O resultado da mistura e colagens da Bricoleur é a releitura de jazz, bossa nova, rock, samba, MPB e criações imediatas.

“Bricolar é não se preocupar com o inesperado é estar sempre pronto pra pular

no abismo do improviso na certeza de que vão voar”, definem.

 

 

Isabela Guerra (Ipatinga)

Isabela Guerra iniciou seus estudos na música durante sua infância em Ipatinga/MG, na Escola Municipal Tenente Oswaldo Machado (TOM). Teve a oportunidade de estudar técnica vocal, participando do coral municipal, bem como o estudo de teorias musicais e iniciação instrumental, optando pelo violão.

Influenciada pela leveza das canções mineiras, pelo samba brasileiro, bem como pelo suingue nordestino, em 2009 começou a realizar experimentações profissionais como musicista em algumas cidades de Minas Gerais, realizando shows no formato de voz e violão.

Em 2010 participou da Virada Cultural promovida pelo Movimento Cultural de Ipatinga, do Festival de Artistas Plásticos em Tiradentes/MG e do Festival de Gastronomia da cidade.

Buscando novos caminhos e investimentos na musica, já se apresentou na Bahia e  Rio de Janeiro. Com o projeto 3Marias participou do “Palavra Cantada” na 21ª Edição da Feira Nacional do Livro em 2011, em Ribeirão Preto/SP.

Representante da nova geração de intérpretes, Isabela Guerra apresenta releitura de clássicas canções da Música Popular Brasileira.

 

O cravo e a rosa (Ipatinga)

A dupla O Cravo e a Rosa, formada Allony Torres (violão), estudante de Engenharia, e a jornalista Andressa Moreira (vocal), iniciou a carreira tocando nas noites do Vale do Aço em setembro de 2010. Por onde passam têm deixado uma marca especial, com suas releituras de Samba, Bossa Nova e MPB.

A relação de amizade entre a dupla, começou há mais de cinco anos, quando os dois iniciaram o curso de Comunicação Social no Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG). Com a consolidação da amizade, a dupla passou a trocar experiências musicais. Ambos são apaixonados por samba, bossa nova e MPB – fato que se tornou a vitrine dos dois.

Na carreira, ainda prematura dos músicos, contam-se poucas apresentações. “São poucas, porém muito significativas”, destaca Andressa. O repertório gira em torno de clássicos da Música Popular Brasileira, buscando “livrar do esquecimento composições célebres dos nossos compositores”, ressalta Allony.

Para o Ipatinga Live Jazz “O Cravo e a Rosa” preparam um repertório especial. Entre os compositores e intérpretes, destacam-se Elton Medeiros, Chico Buarque, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, além de outros da nova safra, como Rodrigo Maranhão, Marcelo Camelo, Ana Carolina, Vanessa da Mata, Adriana Calcanhoto e Roberta Sá.

A dupla participa da Jam session do Ipatinga Live Jazz, acompanhados por Juliano Pascoal no pandeiro, filho do famoso compositor regional, Arcanjo Pascoal, e o amigo Kelé, na percussão leve e vocais.




João Márcio (Ipatinga)


Influenciado por grandes nomes da música instrumental, começou a estudar sax, em Ponte Nova. Em 2006, mudou para Ipatinga e começou a tocar jazz e Bossa Nova com o baixista Deícola Neves. Está em fase de gravação do CD instrumental Bom Partido, com participação de instrumentistas como Arthur Maia, Deríco Sciotti (integrante do Sexteto Onze e Meia), Cláudio Andrade, Di Stefano, Vaninho Vieira, Anderson Nazareth, David Mariano, Isac Oliveira e Plínio Fonseca. Trabalha também como produtor e arranjador da gravadora Acordes Estúdio. Nesta edição do Ipatinga Live Jazz, apresenta-se ao lado de Plínio Fonseca (guitarra), Sebastião Godoy (bateria), Winder (baixo) e Junior Pinheiro (teclados).

 

 

Daniella Spielmann

O Ipatinga Live Jazz realiza duas oficinas nesta edição, com as integrantes da Banda Insônia. A oficina de sopro será ministrada por Daniela Spielmann e Guta Menezes, às 10 h do dia 21 de agosto.
Daniela (trompete) lançou em 2001 seu primeiro cd solo – Brazilian Breath, que foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Dani também integra o grupo Rabo de Lagartixa, Duo Spielmann Zagury, Farra dos brinquedos, Mulheres em Pixinguinha, dentre outros.
Guta (sax), estudou com Isidoro Kutno, Ian Guest, Nelson Faria, Idriss Boudrioua, dentre outros. Em 2006 integrou a Rio Jazz Orquestra e a banda Pindorama, com a qual lançou o CD “Belazarte e outras estórias”.

Guta Menezes

 

Vera Figueiredo (Rio de Janeiro)

Vera Figueiredo é compositora formada em piano, diretora e coordenadora de curso do IBVF – Instituto de Bateria que leva seu nome. Já participou de importantes festivais nacionais e internacionais e gravou com nomes como Eliane Elias, Bruce Scott, Anna Jacyszyn, dentre outros.