
Abertura – 20h30
Bricoleur

Armandinho (Salvador)
Considerado um dos maiores instrumentistas brasileiro dos últimos 20 anos, Armandinho Macedo ocupa lugar de destaque na história da Música Popular Brasileira. Com ele as fronteiras entre o clássico e o popular desaparecem. Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo se misturam a Tom Jobim, Caetano Veloso e, de forma ousada se unem aos Beatles, Bach, Mozart e Beethovem.
Começou sua carreira aos 10 anos, no Trio Elétrico Mirim, criado por seu pai, Osmar Macedo, inventor do Trio Elétrico, junto com Dodô. No final dos anos 70 formou o grupo A Cor do Som, precursor da tendência de unir música regional ao rock. Com o grupo apresentou-se no festival de Montreux e participou de várias turnês pela Europa e Estados Unidos. Nos anos 90 integrou o projeto “Brasil Musical”, que excursionou pelo país, divulgando a música instrumental. O projeto reunia 20 dos maiores instrumentistas brasileiros, como Hermeto Paschoal, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Altamiro Carrilho e vários outros.
São mais de 30 CDs lançados e uma carreira sólida, que faz com que o músico seja considerado um ícone no gênero. Sua virtuose já foi apresentada em grandes palcos da Europa, Oriente Médio, América do Norte e América do Sul. Já tocou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Moraes Moreira, Raphael Rabello e vários outros.
De acordo com Luis Nassif, crítico da Folha de São Paulo, Armandinho é um dos maiores instrumentistas da história e um bandolinista à altura de Jacob do Bandolim. Tem lugar de honra em qualquer ranking dos maiores instrumentistas brasileiros do século, destaca Nassif.